domingo, fevereiro 21, 2010

Você

Você, que há tanto tempo eu conhecia, e, no entanto, nem amizade existia de repente a amizade, talvez o amor, e, nessa mistura de sentimentos, nos olhamos, nos confidenciamos; deixamos viver, somente a amizade.

Você, que por qual motivo não sei chegou, fazendo-me sentir saudades, dominando, fascinando, numa importância tamanha, que gostar é pouco, palavras também, para definirem, o que nem um poema pode explicar.

Você, que me confunde, me transtorna, e com a mesma intensidade, alivia, olhando-me insinuante, envolve-me: deixando um silêncio enorme em nossos corações.

Você, com sua amizade, sua ternura, nos reforça, nos une, tornando cada vez mais difícil a convivência, não sabendo quando é amor, não sabendo quando é amizade, ou se sempre estão juntos.

Você, que um dia me abraçou, beijou-me, querendo por um tempo a meu lado ficar e desfrutar o momento, onde o seu olhar percorre o meu corpo, e, sua mão tocar-me numa pureza tão divina, quanto o próprio carinho que nos envolvia.

Você, que depois de ler e entender a profundidade existente, o porquê de sentirmos atraídos, o medo do que possam pensar, talvez encontre a resposta, pensando nos momentos que poderemos estar juntos, momentos que com certeza adoramos.

Eu

Por Autor Desconhecido

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu gostei.

Beijão